26 de abr de 2013

Hoje, 21 Anos de Greenpeace

O Greenpeace completa 21 anos no Brasil hoje, dia 26 de abril.
Comemore essa data assinando a petição em defesa das nossas devastadas florestas:
Parabéns, Greenpeace!
Que bom termos vocês por aqui!

23 de abr de 2013

Hoje, Dia de São Jorge

Lindíssima arte de Guilherme Camarinha

Ó São Jorge, meu guerreiro,
invencível na Fé em Deus,
que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança
abra os meus caminhos.
Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge
para que meus inimigos tendo pés não me alcancem,
tendo mãos não me peguem,
tendo olhos não me vejam,
e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão,
facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar,
cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça,
a Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino,
protegendo-me em todas as minhas dores e aflições,
e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder,
seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus,
estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas,
defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza,
e que debaixo das patas de seu fiel cavalo
meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.
Ajudai-me a superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso:
(fazei aqui o seu pedido)
Dai-me coragem e esperança fortalecei minha FÉ
e auxiliai-me nesta necessidade.
Com o poder de Deus,
de Jesus Cristo
e do Divino Espírito Santo.
Amém!
São Jorge rogai por nós!

Em torno do século III d.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filho de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu salvador pessoal.
 
Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade - qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. 

Por essa época, o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. 

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE ?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade." 

Como São Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: "Não, imperador ! Eu sou servo de um Deus vivo ! Somente a Ele eu temerei e adorarei". E Deus, verdadeiramente, honrou a fé de seu servo Jorge, de modo que muitas pessoas passaram a crer e confiar em Jesus por intermédio da pregação daquele jovem soldado romano. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito em seu plano macabro, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus no dia 23 de abril de 303. 

A devoção a São Jorge rapidamente tornou-se popular. Seu culto se espalhou pelo Oriente e, por ocasião das Cruzadas, teve grande penetração no Ocidente. 

Verdadeiro guerreiro da fé, São Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas, por isso sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate. 

Hoje, Dia de Ogum


Dia 23 se homenageia OGUM, o Orixá do Ferro e da Luta, aquele que forjou as ferramentas e legou à Humanidade, para que ela, por sua própria conta, pudesse se prover através da agricultura e da caça, criar seu próprio abrigo, se proteger e ajudar em sua evolução.

Ogum é o Dono dos Caminhos, aquele que tanto guia quanto escolta. Por sua qualidade aguerrida, é ele que impulsiona para frente, fazendo vencer os obstáculos ao enfrentá-los com coragem e cabeça erguida. Ele é a Força da Natureza que impulsiona a todos para a vida, quando nascemos e lutamos, diariamente, por nossa sobrevivência e permanência no mundo. Ogum é o Fogo da Vida, o fogo que inflama a vontade, que faz a todos levantar e seguir adiante, pois, assim como o Elemento Fogo, só há uma direção a seguir: para cima!

Pai áustero, não é do feitio de Ogum engambelar nenhum filho. É o Pai que aponta os caminhos, que pega na mão para ensinar a arar, a pescar, a caçar (no sentido metafórico). Mas sua austeridade visa sempre o bem do filho. Não é o Pai que levanta o filho caído para pôr no colo, mas sim o Pai que fica ao lado do filho caído, incentivando-o a levantar-se por si mesmo, cuidando apenas para que nenhum ato injusto o acometa e atrapalhe sua ascenção, afinal, ele é o Orixá da Lei (de Execução) e da Ordem. Ogum não dá absolutamente nada de graça, mas auxilia no que for quando vê que o filho prossegue no Bem e luta diariamente por sua própria melhoria interior.

Ogum é Pai zeloso, mas exigente. Não se comove com fraquezas, mas professoralmente mostra como vencer as demandas e impencilhos que, na maioria das vezes, foi o próprio filho que colocou em seu próprio caminho. Mas Ogum não arreda o pé, nunca! Está sempre ali, guiando, protegendo, instruindo, mesmo que não engambele, que não passe a mão na cabeça. E todo filho de Ogum sempre se levanta mais forte e mais sábio.

Ogum Yê, meu Pai amado! Obrigada por tudo, por toda a Força, por todo apoio, por todo amparo! Obrigada por exigir tanto de mim, me tornando mais criteriora em relação a tudo. Obrigada pela proteção, pela Luz e pela Fé, que se acenderam por sua interseção!

Ogum na Mitologia Yorubá

Os povos iorubanos são (ou eram) povos naturalmente guerreiros. Uma boa comparação, para melhor entendimento, é com os Romanos. A Nação Yorubá estava sempre voltada para o desbravamento, para as conquistas e dominações de territórios, por isso estavam quase sempre em lutas contra outras nações. Os Yorubás dominaram o Reino de Daomé, e assim como os Romanos fizeram com os Gregos (e outros povos), acabaram fundindo sua cultura, o que os antropólogos e historiadores chamam de Aculturação. Ao fundir as culturas, elementos de uma e de outra passaram a conviver com relativa harmonia, criando-se novas expressões culturais e novos conceitos, inclusive religiosos.

Apesar da maioria dos Orixás cultuados hoje no Brasil ser uma fusão entre as religiões yourubanas e daometanas, Ogum é um Orixá original da Mitologia Yorubá, acreditando-se, inclusive, que ele seja uma das primeiras Deidades a ser cultuada pelos yorubás, o que faz muito sentido, visto a qualidade aguerrida desse povo.

Em Yorubá, Ogum se grafa como Ògún, é o Senhor do Metais e da Guerra. Sendo o criador da fundição, forjou ferramentas e armas, ensinando os homens a cultivar alimentos, a caçar e a guerrear, tirando a Humanidade da Idade da Pedra.

Ogum no Brasil

Ogum é um orixá costumeiramente associado à guerra e ao fogo. Sendo geralmente representado sob a figura de um guerreiro, Ogum estabelece um arquétipo de luta e conquista aos que se dedicam à sua adoração. Seu grau de importância é tamanho, pois ele é o orixá que possui maior proximidade com os seres humanos depois de Exu. Conhecedor de segredos, ele sabe muito bem como fabricar os instrumentos necessários para a batalha e para o trabalho com a terra.

Por conta dessas habilidades, observamos que as várias representações dessa divindade costumam colocá-lo empunhando uma espada, uma enxada ou uma pá. De acordo com a mitologia africana, Ogum era filho do rei Odudua, fundador da cidade de Ifé. Apesar de viver os privilégios de um príncipe, Ogum era uma figura bastante inquieta e gostava muito de representar seu pai nas lutas pela conquista de novos territórios. Logo assim, ele se tornou uma divindade que inspira a constante tomada de atitudes.

Nas várias descrições que tentam falar sobre Ogum, percebemos que o mesmo aglomera um claro universo de comportamentos impulsivos e, ao mesmo tempo, pragmáticos. Ao mesmo tempo em que luta com bravura e se entrega ao amor intensamente, Ogum também é bastante reconhecido pelo seu gosto pela presença dos amigos e a alegria de viver. Apesar de ser tão temperamental como seu irmão, o orixá Exu, este não possui a mesma sagacidade e malícia.

As oferendas dedicadas a Ogum são costumeiramente organizadas durante as terças-feiras, dia em que é feita sua consagração. Praticamente todas as danças que evocam a figura deste orixá são marcadas por gestos de luta. Além disso, os alimentos que são elaborados para suas oferendas não possuem uma preparação muito complexa. No ritual jeje, Ogum é equivalente ao vodum Doçu. Já entre os praticantes do rito angola, esse mesmo orixá é conhecido como Roxo Mucumbe ou Incoce.

Em terras brasileiras, Ogum acabou sendo facilmente associado à história dos vários santos guerreiros que integram o cristianismo. Nessa situação sincrética, acabou sendo relacionado à imagem de São Jorge, principalmente na cidade do Rio de Janeiro. Essa aproximação pode ser historicamente reconhecida na Guerra do Paraguai, quando vários negros participantes do conflito professaram que a vitória na Batalha de Humaitá teria sido fruto da proteção do santo que simbolizava o orixá.

Fonte: Por Rainer Sousa, Graduado em História - Equipe Brasil Escola

O Ogum no Candomblé
OGUM é o temível ORIXÁ considerado o mais guerreiro, violento e implacável de todo o Panteão. É o deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protetor dos ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhadeiros, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.
OGUM é o ORIXÁ conquistador. ELE se fez respeitado em toda a África negra devido ao seu caráter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de OGUM.

OGUM é um ORIXÁ importantíssimo na África, Brasil e em Portugal.
Foi OGUM quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um conjunto de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

Em todos os cantos da África negra OGUM é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente também, por isso antes de ser temido OGUM é amado.

A Espada! Eis o braço de OGUM.

O campo de atuação de OGUM é a linha divisória entre a RAZÃO e a EMOÇÃO.

No Ketu, costuma-se dizer que OGUM é aquele que está sempre vigilante, marcial, extremamente disciplinado e sempre pronto para agir onde quer que seja chamado. Mas temos que chamar este ORIXÁ corretamente, pois ELE conhece e domina todos os caminhos e nunca se perde.

Os locais consagrados a OGUM ficam SEMPRE ao ar livre, na entrada das casas ou roças de CANDOMBLÉ.

OGUM é o ORIXÁ que sempre vence as demandas para as pessoas. Mas temos de ter muito cuidado com aquilo que pedimos para ELE. Se OGUM achar o pedido injusto, ELE se volta contra quem fez o pedido.

Fisicamente, OGUM é magro, mas com músculos e formas bem definidas. Partilha com EXÚ o gosto pelas festas e conversas infindáveis e gostam de brigas boas. Se não fizerem a sua própria briga, compram as de seus amigos e colegas.

Sexualmente Ogum é muito potente e vivia trocando constantemente de parceiras, pois têm dificuldade em se fixar a uma pessoa ou a um lugar.
OGUM gosta de pisar a terra com os pés descalços. É batalhador e não mede esforços para atingir seus objetivos. E mesmo contrariando a lógica, luta insistentemente e vence.

OGUM não se prende à riqueza, o que ganha hoje, gasta amanhã. OGUM gosta mesmo é do PODER, gosta de comandar, é um líder nato.

OGUM é o que vem primeiro, é aquele que está sempre a frente...

Características:
Cores e Contas: Azul forte, Vermelho e Verde..
Símbolo: Bigorna, Faca, Enxada e outras Ferramentas.
Dia da Semana: Terça-Feira.
Comidas: Feijoada, Vatapá, Inhame com Feijão Preto, Farofa.
Saudação: Ogum Yê!

Fonte: http://www.guardiadeorixa.com/Ogum.htm
Ogum na Umbanda
Primeiro precisamos entender que quando falamos dos Oguns que baixam nos Templos de Umbanda, rodando suas espadas no ar, não são o próprio Orixá Ogum, pois o Orixá não baixa na Umbanda, muito menos são Caboclos de Ogum, os caboclos de Ogum são índios que fazem cruzamento com este Orixá.
O Povo de Ogum que baixa nos terreiros são espíritos de homens que foram ligados ao militarismo de alguma forma. Estes espíritos, por afinidades astrológicas e energéticas, que trabalham nessa linha, são Guerreiros Romanos, Gregos, Espartanos, Mouros, Gauleses, Bárbaros, Hititas, Egípcios, Malês, Sarracenos, Templários, Britânicos, Chefes Indígenas, Bedúinos, Persas, Macedônios, Chineses, Samurais, Babilônicos, enfim, são de vários países e territórios. Vamos a explicações:

Ogum Matinata:
Veste Vermelho apenas, é a linha mais pura de Ogum, sando chamado por Ogum Guerreiro.

Ogum Beira-Mar:
Veste Vermelho e Azul Claro, ligado as praias de Iemanjá, conhecido como o Sentinela de Maria.

Ogum de Lei
(Ogum Delê): Ligado a Xangô usa Vermelho e dourado, cor de sua armadura trás uma balança nas mãos ligado a execução da justiça.

Ogum Yara
: Ligado a Ibeji e Oxum, usa vermelho e Azul escuro trabalha nas nascentes dos rios.

Ogum Malê
ou Malei: Ogum ligado a Oxalá,patrono das entidades do Oriente e de Cura, cuida de todos espíritos dos médicos astrais, usa Vermelho e Branco, não usa acapacete.

Ogum Megê:
Serventia de Obaluae, regula os Exus, trabalha muitas vezes dentro da Calunguinha, veste Preto, Vermelho e Amarelo, usa bandeira e lança como arma,alguns usam espadas, sempre respresentado montado num cavalo branco.

Ogum Rompe-Mato:
Ligado a Oxossí, cuida das entradas das matas e florestas, usa Verde escuro e Vermelho, uma espada de São Jorge na mão, alguns usam fitas na cabeça.

Ogum Sete-Espadas:
Ligado a energia pura de Ogum, vibra com Ogum Matinata, usa uma espada na mão e outras seis cruzadas na capa, Usa vermelho e prata.

Ogum Sete-Ondas:
Vibra com Ogum Beira-Mar, trabalha nas ondas do mar, ligado a Iemanjá. Usa Azul Royal e Vermelho, se veste com capacete de conchas.

Ogum das Pedreiras:
Guarda as pedreiras de Xangô de armadura dourada e penas marrons, vibra com Ogum de Lei quase não se desloca grande executor não aceita ordens.

Ogum Caiçara:
Vibra com Ogum Yara, usa Vermelho e Azul bebê, se desloca pelo templo cuida do fundo da foz dos Rios.

Ogum do Oriente:
Vibra com Ogum Malê, coms ligações arábes traz um turbante, vibra com as cores vemelho, branco e dourado.

Ogum de Ronda:
Trabalha com Ogum Megê trabalha nas entradas da Calunguinha, corre sua ronda a Meia-Noite.Usa Preto, Vermelho e Verde. Trás cruz de Malta no peito.

Ogum das Matas:
Usa Verde e Branco são espíritos Indigênas, usam espadas e bradam muito.

Ogum Sete-Lanças
: Ligado a Ogum Matinata e Sete-Espadas usa vermelho apenas,  roda cruzando o terreiro.

Ogum Sete-Mares:
Ligado a Ogum Beira-Mar e Ogum Sete-Ondas, cuida dos Mares usa azul bem escuro e vermelho.

Ogum de Ouro:
Trabalha com Ogum de Lei e Ogum das Pedreiras, Usa Vermelho e Amarelo. Vibra com Iansã.

Ogum Menino:
Vem com Ogum Yara e Ogum Caiçara trabalha nos lajeados e barrado de corais. Usa Vermelho e Azul.

Ogum da Lua
: vibra com Ogum Malê e Ogum do Oriente, trabalha nas vibrações lunares, nos campos abertos do Humaitá. Usa Vermelho e branco.

Ogum Xoroquê:
Trabalha com Ogum Megê e Ogum de Ronda vibra muito com Exu, ligado a obaluae tbm, é o Ogum mais negativo. Usa Preto, Vermelho e Branco.
Ogum dos Rios: Trabalha com Ogum Rompe-Mato e Ogum das Matas usa verde Agua e vermelho apesar do nome trabalha nas Pontes.

Além desses ainda existem outros Oguns: Ogum Naruê (Trabalha na calunguinha), Ogum da Estrada (Trabalha na estrada), Ogum Rompe Folha (Trabalha na Mata) Ogum Bandeira (Trabalha no Humaitá), Ogum Gererê (Ligado a Xangô).
Fonte: http://umbandadejesus.blogspot.com.br/2012/04/ogum-na-umbanda.html

22 de abr de 2013

Hoje, Dia Internacional da Mãe Terra



Hoje o dia é em homenagem à Mãe Terra, data institucionalizada em 2009 pela ONU, propondo reflexões a respeito da co-responsabilidade de todos os habitantes do planeta para a manutenção da vida. Um dia para repensarmos nossas atitudes perante o nosso planeta, nos conscientizamos de que não somos únicos e o universo não foi criado para o nosso uso e, menos ainda, para os nossos abusos.

"O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro", diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

19 de abr de 2013

Hoje, Dia de Santo Expedito


Oração ao Poderoso Santo Expedito
Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes
interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo,
socorra-me nesta hora de aflição e desespero,
meu Santo Expedito,
Vós que sois um Santo guerreiro,
Vós que sois o Santo dos aflitos,
Vós que sois o Santo dos desesperados,
Vós que sois o Santo das causas urgentes,
Proteja-me,
Ajuda-me,
Dai-me força, coragem e serenidade.
Atenda meu pedido (Fazer o pedido).
Meu Santo Expedito!
Ajuda-me a superar estas horas difíceis,
proteja de todos que possam me prejudicar,
proteja minha família,
atenda ao meu pedido com urgência.
Devolva-me a paz e a tranqüilidade.
Meu Santo Expedito!
Serei grato pelo resto de minha vida
e levarei seu nome a todos que têm fé.

17 de abr de 2013

Livros com Descontos


O Clube de Autores está com 25% de desconto em todo catálogo, em comemoração ao Dia Mundial do Livro.
De hoje, dia 17, até o Dia de São Jorge, dia 23, terça-feira, que por acaso também é o Dia do Livro :)
Mais um boa oportunidade de adquirir um livro de autores nacionais independentes... e mais uma oportunidade de adquirir um dos meus livrinhos ^^



PatriciaDo Ano I
Impresso
de R$ 31.46 
R$ 25,43
Caleidoscópio
Impresso
de R$ 47.71 
R$ 41,68

Raptores II
Impresso
de R$ 41.51 
R$ 35,48
Romances em Fragmentos
Impresso
de R$ 39.64 
R$ 33,61
Projeto Encantados
Impresso
de R$ 33.95 
R$ 27,91

Raptores
Impresso
de R$ 37.32 
R$ 31,29
Tempo Paralelo
Impresso
de R$ 41.79 
R$ 35,75
Contos Sem Classe
Impresso
de R$ 31.16 
R$ 25,13

15 de abr de 2013

Promoção - Vi o Filme e quero ler o Livro!


A Hospedeira, filme baseado na obra homônima de Stephenie Meyers, a mesma criadora da Saga Crepúsculo (e você nem sabia disso, né? rs), está em cartaz nos cinemas brasileiros. Então, muito provavelmente, você que é fã da autora deve ter ido assistir ao filme e agora está cheia de vontade de ler o livro, certo? Então, taí a oportunidade que você esperava, patrocinada pelo Blog PatriciaDo \o/

Para concorrer ao sorteio do livro A Hospedeira e mais um kit de marcadores, basta ser um seguidor do PatriciaDo e se inscrever no formulário de participação. Super fácil, não é?

E quer que fique ainda mais fácil? Você não precisa ter assistido ao filme e nem ser fã da Meyers - basta querer participar!

O sorteio será realizado no site Random.org, no dia 3 de Maio, depois de encerrado às 23:59h do dia 2 de Maio. O número que sua inscrição ocupar no formulário será o seu número da sorte, havendo apenas um ganhador nesta promoção.

O prêmio consiste no livro A Hospedeira (novíssimo e ainda na embalagem) mais 5 marcadores de página, sendo 1 marcador do PatriciaDo, 1 marcador artesanal feito com carinho pela Eni Miranda, do Blog Dose Literária e 3 marcadores dos livros de Simone Marques (sendo que um é marcador duplo, frente-verso - Os Deuses do Mar e Agridoce).

E aí? Facinho, não é? Então participa \o/ 



9 de abr de 2013

Cítrico, de Simone Marques


Estou sempre me aconselhando a parar de comprar livros, pois meu quarto já parece uma livraria, com a quantidade deles ainda lacrados em suas embalagens, só esperando a minha leitura, que depende de tempo disponível.

Mas dizer para um livrólico parar com os livros, e o mesmo que dizer a um cachaceiro largar a cachaça!

Pois é isso, e mais, que os livros são para nós: nossa cachaça, nossa cocaína (maconha, LSD, crack, dependendo do conteúdo do livro), nosso chocolate, nosso sexo, nossos sapatos! Sim, para os livrólicos, o livro é o vício que deve ser injetado na veia, às vezes até na jugular!

Então, embora tenha demorado um pouquinho, não pude resistir à promoção de pré-lançamento do livro CÍTRICO, de Simone Marques, essa escritora insaciável, uma Holic da nossa nova Literatura Nacional.

Cítrico é a continuação do livro Agridoce, que conta uma história bem diferente e muito original sobre os Vampiros e seu universo vampiresco. Na série, os "vampiros" são criaturas muito mais complexas: são pessoas humanas, como você e eu, que possuem necessidades especiais que acabam por envolver a todos numa teia simbiótica, em que uns não podem vivem sem os outros, literalmente.

Baco comprovando se o sabor é mesmo Cítrico!
O ponto fortíssimo na Literatura de Simone Marques, é que ela (diferente de muitos autores, especialmente os novos) dá grande ênfase aos dramas pessoais, se preocupa em contar uma história a partir das vivências emocionais e psicológicas dos personagens, tornando-os pessoas verdadeiras, embora não de carne e osso. Esse cuidado em dar Vida aos personagens, mostrar o que eles sentem e pensam, é que engrandece uma obra. Sem haver narrativa em primeira pessoa e, melhor, sem que o personagem principal narre a história, ela se torna maior, pois mostra o universo contido em cada personagem. Isso é algo difícil de encontrar nas histórias de novos autores ou mesmo nos livros best-sellers do momento, em que a história a ser contada se torna superficial quando apenas se valoriza a ação, se enche de elementos que apenas faz parecer uma história rica e profunda, ou quando o personagem principal é o próprio narrador, que se mostra egocêntrico, pois perde a principal característica de um bom narrador, o onisciência.

Tá aí mais um que aguardará as minhas férias para ser lido e comentado aqui no blog. Ontem que retomei a leitura de Agridoce, depois de parar ainda no início, por causa das provas que fiz no dia 24 de março e 6 de abril. Outras provas me aguardam para as próximas duas semanas, mas estou me dando ao luxo de relaxar um pouco - e também porque necessito saber o que vai rolar entre a Anya e o Dante... se meu instinto literário estiver certo, creio que o antagonismo entre ambos será muito, mas muito mais acirrado! E contando com a sensibilidade da Simone, teremos aí conflito entre instinto e sentimento de tirar o fôlego!



4 de abr de 2013

Protetores, de Duda Falcão

Ontem, depois de matar aula para ir passear no shopping (sim, eu fiz isso!), quando cheguei em casa por volta das 21h, me deparei com um singelo envelope pardo entregue pelos Correios... tratava-se do primeiro romance publicado do escritor Duda Falcão, que até então publicava contos em antologias e blogues:

PROEORES

Publicado pela Editora Underworld em 2012 , é um Romance de Terror, em que os Protetores são pessoas especiais escolhidas para protegerem pobres mortais da gula insasiável de vampiros, lobisomens e outras criaturas trevosas que tem como principal alimento nós, humanos.

O livro está com uma boa qualidade gráfica, mesmo com a capa não plastificada. Há diversas ilustrações internas de sombria beleza que enriquecem as páginas escritas, dando uma ideia do que o leitor encontrará, quando apenas dá uma passada de olhos pelo conteúdo.

Sinopse - Protetores - Duda Falcão

O misterioso Antonio Vilemum convida indivíduos especiais para se tornarem novos Protetores. Entre eles, Jango, o amazonense, Mirah, a oriental, Ordep, um futuro caçador de vampiros, Jhava, uma mulher comum em busca de seu marido, Astrid, a psicóloga, Rufus, o historiador e Gargul, o homúnculo. Na primeira reunião realizada em sua mansão os protagonistas são lançados em uma noite de aventura fantasmagórica. Depois dessa empreitada inicial descobrem que o sobrenatural é parte integrante do mundo em que vivem. Ao tornarem-se Protetores é seu dever proteger os frágeis e indefesos seres humanos da sede de sangue dos vampiros, das garras de lobisomens, dos demônios que pretendem aprisionar almas e de fantasmas em fúria. Em um cenário urbano se desenrolam suas aventuras e, como na vida real, alguns personagens buscam seus próprios caminhos, enquanto novos personagens se unem ao grupo ao longo da saga. Esse é um romance de aventura fantástica, com ênfase no horror. 
Eis, então, mais um bom livro de Literatura Nacional me aguardando para ser degustado vorazmente nas minhas próximas férias (previstas para julho). E, considero, mais um maravilhoso presente :)

Muito obrigada, meu amigo Duda Falcão, por esse delicioso presente (sim, fiz níver outro dia aí, hehe)!

Aguardem a resenha, porque ela virá!


3 de abr de 2013

Filme - A Fera


Com várias aulas de Redes e apostila de Sistemas Operacionais para estudar; vários exercícios de Algoritmos para fazer; dois livros de Turismo - Fundamentos e Sociedade - para ler para as provas do próximo dia 6; o livro Hybrida - Asas Negras para revisar; iniciar os esboços para o trabalho que será exposto na Sala de Cultura Leila Diniz no segundo semestre... isso tudo era para ter sido feito no último feriadão da Semana Santa e eis que eu faço o que quase nunca faço: ver filme!

Pois é. Não sei se foi por tédio máximo, por ficar em casa (e não suporto ficar mais de 24 horas naquele lugar), deixei aquele monte de obrigações de lado e resolvi dar uma olhadinha (bem curtinha, só por curiosidade) em alguns filmes que estão gravados há meses no meu notebook. Como até então não tinha nem dado uma espiada nos títulos que copiei de um amigo, fui pelo nome que me agradou mais, no caso, o filme citado nesta postagem, A Fera, ou Beastly, seu título original.

Bem, para um tedioso final de semana de feriado prolongado, o filme foi uma excelente pedida: super light, bem sessão da tarde, com pessoas bonitas (Vanessa Hudgens, Alex Pettyfer, Mary-Kate Olsen, Neil Patrick Harris, Peter Krause, Lisa Gay Hamilton) e uma historinha água-com-açúcar lindinha.

A Fera, como os mais atentos já devem ter deduzido, é um filme baseado no livro A Fera, de Alex Flinn, que por sua vez se baseou no Conto-de-Fadas francês A Bela e a Fera, de Gabrielle Suzanne Barbot e Jeanne Marie LePrince de Beaumont. Se vocÊ está familiarizado com a história, e acredito que esteja graça ao Studio Disney, então não preciso contar o enredo. E se precisar, não vou contar do mesmo jeito XD

Esse filme é uma versão moderna do conto do século 18. Moderna apenas na aparência. Aliás, a moral da história tem tudo ver com aparências. Ainda hoje, dois séculos depois, as pessoas continuam valorizando o exterior em detrimento ao interior, valorizando o Ter do que o Ser - provando que isso não é nada dos "dias de hoje".

Alex Pettyfer interpreta Kyle Kingson, o protagonista playboy-filhinho-de-papai. Ele é lindo (e É mesmo!), jovem, inteligente, excelente orador, perfeito nos padrões superficiais dos Famosos. Por outro lado - o de dentro, hehe - é um arrogante presunçoso, de orgulho tão exacerbado que é capaz de se ofender profundamente com alguém que simplesmente não queira ouvi-lo falar até o fim. E é isso que acontece quando a linda bruxinha Kendra Hilferty, interpretada por Mary-Kate Olsen, é humilhada publicamente por Kyle.

Aprenda uma coisa: nunca, NUNCA, ofenda uma bruxa!

Então Kendra amaldiçoou o lindo Kyle... que o corpo dele se tornaria tão bonito quanto sua alma... eis que Kyle se torna a "Fera", ou Hunter, como ele passa a se chamar.

E como quebrar a maldição? Ele precisará ser amado de verdade por alguém dentro do prazo de um ano... ser amado pelo que ele É, independente de sua beleza ou riqueza, que já não há mais. E é aí que entra a meiga Vanessa Hudgens, interpretando Lindy Taylor.

Como falei, o filme não é profundo, mas também não é tão raso de história como a maioria desses filmes atuais, que prezam a ação non-stop somente para o público nem perceber que não há história alguma ali para ser contata ou que justifique os milhões de dólares investidos em produções. Mas é um filme muito válido, principalmente se for para desestressar ou desentediar em uma tarde morosa. E é um filme super família, tanto que só rola um beijinho no final do filme, bem fofo e bem happy end (e eu gosto muito disso tudo, rs).

O que não gostei mesmo foram das tatuagens feitas no Kyle. Com exceção da tatuagem da roseira no antebraço dele, que reage às mudanças das estações, e o piercing aplicado em sua tez, a coisa ficou muito... amadora. Embora contenha alguns simbolismos, como os galhos da roseira crescendo pelo corpo e rosto do personagem, e palavras escritas em letras hebraicas no lugar das sobrancelhas, achei que poderiam ter escolhido imagens melhores e mais equilibradas, e não misturar floreios com gráficos geométricos. O próprio Pettyfer já tem umas tatuagenzinhas tão toscas que parece que foram feitas na cadeia, como um crucifixo horroroso que ele tem sobre aquele tórax lindo - antagonias, aff!

Então é isso. Ao invés de estudar, fui ver filme. E ao invés de estudar, fui escrever esta postagem. Que bela dedicação a minha, heim!



2 de abr de 2013

Hoje - 103 Anos de Chico Xavier

Chico Xavier completaria hoje 103 anos, se não tivesse desencarnado em 30 de junho de 2002, em pleno pentacampeonato da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Nascido em 2 de abril de 1920, em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, Francisco de Paula Cândido Xavier foi e ainda é o maior expoente do Espiritismo no Brasil; foi e ainda é um dos maiores divulgadores da Doutrina Espírita em todo o mundo. Mas Chico Xavier é muito mais que um divulgador do Espiritismo, muito mais que um Espírita. Ele próprio é um Espírito de escol que permaneceu no mundo por 90 anos, em magnífica missão de levar Luz onde havia as Trevas.

Seus 458 livros e milhares de cartas psicografadas levaram Luz e Alento a muitos corações, mas em meu achismo sua grandiosidade se mede pelas obras que executou. Foram em torno de 2 mil obras assistênciais mantidas com o dinheiro dos direitos autorais de seus 458 livros; foram temporadas morando nos Estados Unidos para difundir a Doutrina Espírita; sempre estava à disposição de quem o procurasse para uma palavra consoladora ou apenas um bom batepapo; viveu em simplicidade quando o mundo todo estava aos seus pés; tinha compaixão por todos, inclusive por animais. Um caráter assim religião nenhuma forja.

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